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Dados da PNUMA (agência da ONU responsável pelo meio ambiente) revelam que cerca de 50 milhões de equipamentos eletrônicos diversos são descartados e transformados em lixo eletrônico, anualmente. No Brasil, cerca de 60% do lixo inclui algum tipo de resíduo eletrônico e boa parte deste material acaba nos lixões, sem nenhum tipo de tratamento adequado.

Com as mudanças e preocupações ambientais, o aumento da população, das tecnologias e dos lixos eletrônicos, a área de computação teve que se adaptar para atender às necessidades globais. Dessa forma, se fez necessário a criação de uma tecnologia mais limpa, que tornasse o processo mais sustentável: o TI verde.

A tecnologia envolve desde a fabricação até a utilização, administração e descarte de produtos tecnológicos. Além disso, atinge todas as cadeias de seu processo: clientes, funcionários e fornecedores.

Mas, afinal, o que é TI verde?

Cada vez mais utilizado no século XXI, o TI verde é um conjunto de ações que torna o processo de produção de equipamentos menos prejudicial ao meio ambiente. O objetivo é produzir produtos que consomem menos energia, evitar a utilização de metais pesados e o uso de componentes químicos e tóxicos, além de aumentar a quantidade de materiais recicláveis na fabricação dos produtos.

A TI Verde (ou Green IT) engloba também o cumprimento da legislação ambiental e diagnósticos dos impactos ambientais de atividades relacionadas a área.

Dentre as preocupações, a redução do consumo de energia é destaque. Apesar de ser um dos maiores problemas, a busca por soluções já obteve resultados significativos, como a virtualização de servidores, ajuste do ar-condicionado e do fluxo de ar dentro dos datacenters, aquisições de equipamentos com certificados, entre outros.

O TI verde não precisa ser realizado apenas por empresas especializadas. Corporações comuns, de outras áreas também podem adotar medidas que auxiliam na busca por um mundo mais sustentável.